A Maratona Trilhos do Carril - 2ª edição, já mexe... marquem na agenda 18 de Abril de 2010
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
sábado, 26 de setembro de 2009
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Vastas planícies de desespero
Eu sei que me arrancaste dali
As tuas penas foram os meus braços
Tu foste a luz que eu descobri
Tu és a luz que eu hei-de seguir
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terça-feira, 22 de setembro de 2009
"Crestfallen"
Where are you when I need you around
Your life is not your own
And all I ask you
Is for another chance
Another way around you
To live by circumstance, once again
Who am I to need you now
To ask you why to tell you no
To deserve your love and sympathy
You were never meant to belong to me
And you may go, but I know you won't leave
Too many years built into memories
Your life is not your own
Who am I to need you now
To ask you why to tell you no
To deserve your love and sympathy
You were never meant to belong to me
Who am I to you?
Along the way
I lost my faith
And as you were, you'll be again
To mold like clay, to break like dirt
To tear me up in your sympathy
You were never meant to belong to me
You were never meant to belong to me
You were never meant to belong to me
Who am I?
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Cruzamentos...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
sábado, 5 de setembro de 2009
esta é gira....
se não achasse isto digno de postar nem tinha ligado o PC.
No meu trabalho (que só comecei em Junho) é frequente dormir fora de casa... normalmente hotéis ou residenciais ou até mesmo num apartamento alugado por uns dias; e até aqui tudo bem!
Ontem na residencial onde estávamos dizem-nos que era a última noite que ali passávamos, tinham telefonado da empresa e que de manhã teríamos de fazer o check-out. Como é evidente desdobrei-me em telefonemas a saber onde ia passar a próxima noite. A resposta foi simples e segura "já está tudo tratado." e que era suposto recebermos a chave dos novos aposentos ao final do dia seguinte. O dia passou-se vagarosamente e sem grandes atribulações nem no farmville, nem no mafia wars, nem no worms armagedon... ás 21h lá estávamos os 3 à espera da chave no local marcado… 21:00... 21:15... 21:30... 21:45... 22:00... 22:15 lá chegou a chave transportada pelas filhas da proprietária. Duas moçoilas na casa dos 20's (giras).
Levaram-nos até à casa, e enquanto elas foram fazer as camas, nós fomos explorando a casa ainda com vestígios de celebrações natalícias, molduras com fotos de familiares, livros amontoados... em suma, uma casa a meio de uma mudança. As meninas retiraram-se e nós escolhemos os quartos (por ordem hierárquica lol.. comandante com o maior, mecânico com o mais pequeno e eu com o do meio!)
Quando entro no quarto que me calhou fico admirado. Muito melhor que qualquer hotel porque aqui se mastiga o calor humano presente, ao invés de um frio mórbido, quase de morgue, habitual nos hotéis. Mas mais que calor humano parece que ainda está alguém a viver neste quarto parado no tempo de onde vos escrevo (e não uma assombração). Resumidamente parece o quarto de uma menina de 18 anos que acabou o liceu e que foi para a universidade, deixando o quarto intocável nos últimos quatro anos e agora que já é mulher, não quer saber do seu quarto de menina! Sinto-me invasor! pior: um pervertido!
Não sabendo muito sobre mulheres, imagino que nas gavetas da mesinha de cabeceira, se as abrir, vou encontrar um diário; nos armários roupa e sapatos com fartura; nos cadernos da estante uma letra cuidada; debaixo da cama uma ou duas caixas de sapatos com recordações; as fotografias dos antigos namorados devem ter ido todas ou para o lixo ou com ela para a sua nova vida... Sou cusco, e está difícil resistir à curiosidade (por isso este post)...
Talvez comece a ler o livro que deixou em cima da mesinha de cabeceira. Será abuso? Pelo título até parece ali colocado propositadamente para mim: "Amor, curiosidade, prozac e dúvidas."

