segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

playing games with my heart

Não, não vou falar de uma canção dos rapazes da estrada de trás...


Entrar num jogo que já não se está habituado a jogar e assumir um arranque em desvantagem foi um risco que corri conscientemente.
Agora sei que não estava preparado. A sequência de acontecimentos, uns programados e outros totalmente casuais e de oportunidade duvidosa levaram a uma crescente espiral de bluffs, de mostra-esconde, de dá-e-tira..
Até agora não há vencedores ao que parece. Apenas derrotados. A mais visível perda é a de tempo que não abranda a frenética contagem.
Mostrar o jogo é uma opção e o risco até é limitado, no máximo assisto a uma fuga com salto de barreiras e escalada de paredes incluído, ou então, a uma sonora gargalhada que vai ecoar nos meus tímpanos durante meses. Por outro lado, o jogo é emocionante, leva a alegrias e frustrações extremas, e eu sou um jogador paciente... disposto a ver quanto tempo dura o braço de ferro silencioso desta vez...
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