quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Paris - Dia 1

Sem margem para dúvidas Paris é, não só a capital francesa, mas também a capital mundial da cultura e arte, de onde partiram (e partem) as novas tendências em todas as áreas. A meu ver isto deve-se à fusão em turbilhão de diferentes modos de vida, com origem nos mais diversos pontos do planeta. Tive oportunidade de o verificar in loco na cidade luz.

Chegamos pelo aeroporto de Orly, e uma das primeiras coisas que fizemos foi comprar passe de metro para 5 dias (27€), opção que se revelou acertadíssima porque de tanto caminhar, ao fim de dois dias, os nossos pés já mal suportavam o peso dos respectivos corpos. Segundo objectivo: chegar à Hostel aproveitando para nos surpreendermos no primeiro contacto com a cidade. E a surpresa não podia ter sido melhor, a cada passo dado um novo ponto de interesse. O simples caminhar de um ponto para outro revelou-nos em catadupa momentos dignos de registar em instantâneo, não com o romantismo da película de celulóide que esta capital merece, mas com a destreza que as máquinas digitais nos proporcionam.

Chegados à hostel, desejosos de abandonar as mochilas e passar o corpo por água, rapidamente tratámos da burocracia enquanto o funcionário fazia vista grossa a um viajante um pouco ébrio.
Sem perder grande tempo, começamos a explorar as cercanias do nosso alojamento. Subimos as encostas íngremes polvilhadas por escadarias, e inevitavelmente "tropeçamos" na Basílica de Sacré Coeur que guarnece o topo de Montmartre.
O passar do tempo a ver o pôr do sol sobre a cidade mal se nota. E menos se notava, não fosse o estômago clamar ruidosamente por alimento. Para o acalmar: uma "típica" lasanha italiana a contrariar a forte tendência para a baguette que se tinha feito sentir durante o dia.
De barriga cheia, exaustos e para espanto dos nossos 4 camaradas internacionais, foi pouco o tempo que demoramos a "aterrar" nos beliches.

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