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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Pedido de Ajuda Urgente

Laços de amizade foram criados depois deste Sábado, agora chega-me de todos os lados o pedido de auxílio das meninas que fazem tudo pelos nossos amiguinhos de 4 patas.

Passar palavra e quase tão importante como ajudar, por isso peço-vos que pelo menos passem pelo site do Refúgio das Patinhas para se aperceberem do trabalho que está a ser feito e da fase difícil que atravessam. É que ainda por cima o Inverno está à porta e, certamente, os recém desalojados vão ter noites frias e húmidas à porta.

Toda a ajuda é importante. A tua ajuda pode fazer a diferença!


terça-feira, 30 de março de 2010

A dor do abandono...

...e a esperança que não morre.
«
A 12 à hora

Os passageiros habituais chamam-lhe “Vouguinha” mas, apesar deste nome de menino, o comboio está demasiado velho para um percurso sinuoso atravessado por mais de cento e cinquenta passagens de nível. São necessárias sete horas e meia para se percorrerem os noventa quilómetros da Linha do Vouga, numa viagem cheia de peripécias. Ao viajar pela linha onde se registaram mais acidentes durante o ano passado, o turista acidental não se deve surpreender ao passar pelo meio de um cemitério, nem se deve assustar ao perceber que a bordo segue um passageiro que desce regularmente do comboio para fechar a cancela nas passagens de nível.»

«A 12 à hora» é uma reportagem de Rui Tukayana e Joaquim Dias de 25 MAR 2010.

domingo, 19 de julho de 2009

Vidas

O Sr. Manuel Azevedo apareceu aqui ontem no CMA de Seia em busca de uma boleia para um passeio turístico, procurava uma voltinha no Helicóptero ou até mesmo nos Canadair. Depois de explicada a impossibilidade de uma "voltinha" por motivos contratuais e de operação, o Sr. Azevedo ficou à conversa, contando-me em traços largos a sua vida.
Reparei na t-shirt do Inatel com algo referente a parapente, e questionei-o. O sorriso abriu-se e começou a contar como se iniciou aos 70 (setenta!) anos de idade neste hobbie pouco provável.
Foi por mero acaso que começou, apenas se queria inscrever no Inatel e para isso foi à secção de Linhares da Beira, onde o informaram que ali não faziam inscrições no Inatel, eram "apenas" uma escola de parapente. Perguntou o que faziam, disseram-lhe baptismos de voo, e ele fez um «só para ver como era». No fim perguntou que mais tinham para lhe oferecer, responderam-lhe que também eram uma escola de parapente. Não hesitou, e como os devidos exames médicos não encontraram maleitas que detivessem no chão, atirou-se em frente. Há já 6 anos que voa em Linhares da Beira sem medo de térmicas nem de ventos.
O gosto com que fala, a alegria que se vê no brilho dos olhos só é comparável ao de uma criança que aguarda e recebe as prendas no Natal.
Fico contente por aquele bocado bem passado na companhia do Sr. Azevedo.


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